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LIGHT STEEL FRAME E DRYWALL

11/02/2016 | Notícia | Revista Construção Metálica - Dez/2015

 

Pesquisa mostra o perfil dos fabricantes e o crescimento do setor

 

 

 

O Cenário dos Fabricantes de Perfis Galvanizados para Light Steel Frame (LSF) e Drywall 2015 (ano base 2014) foi também o tema da pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA), em parceria com o Instituto de Metais Não Ferrosos (ICZ), com o objetivo de facilitar o entendimento da atuação e da capacidade produtiva do segmento.
Segundo o estudo, o Drywall tem sido aplicado em diferentes tipologias, como edifícios comerciais e residenciais (alto e médio alto padrão), empreendimentos industriais e shoppings, alcançando uma participação expressiva de 44% nos edifícios comerciais.
Já os fabricantes de perfis para LSF e Drywall produziram juntos cerca de 143 mil toneladas, empregaram 1.600 trabalhadores e faturaram cerca de 400 milhões de reais, em 2014, e estão otimistas com o desenvolvimento do segmento, uma vez que 100% das 29 empresas pesquisadas projetam crescer em 2015. Este segmento mostra também relevância no próprio setor do aço, consumindo 14,4% do consumo aparente de galvanizados na construção, em 2014.

 

 

 

 

Conforme poderá ser observado nos gráficos a seguir, as informações referem-se à localização das empresas; volume de produção de cada perfil; capacidade produtiva instalada de cada perfil; revestimentos de aço utilizados para LSF; qualificação no PSQ do PBQP-H; expectativa de crescimento; e acrescentadas novas questões referentes ao número de funcionários, faturamento bruto anual e tipos de obras que utilizam Drywall.

 

 

BRASIL: NOVAS TECNOLOGIAS CONSTRUTIVAS NO ENSINO SUPERIOR

11/02/2016 | Notícia | Revista Congresso Latinoamericano Steel Frame - 2015

 
A história do Steel Frame é bem antiga. O primeiro protótipo foi construído na Feira Mundial de Chicago, nos EUA, há 82 anos. Após a Segunda Guerra Mundial, a partir de 1950, o Ligth Steel Frame tomou-se comum no Japão em face de um déficit habitacional de quatro milhões de unidades.
 
" ... só que os japoneses tinham acabado de sair da guerra enquanto nós, hoje, temos déficit de sete, oito milhões de unidades sem guerra ... " A afirmação é do PHD Carlos Marmorato Gomes, do alto de um currículo e tanto: duas graduações em administração de empresas e engenharia civil, mestrado em tecnologia do ambiente construído, doutorado em ciência e engenharia de materiais, pós- outorado em materiais/fibrocimento, pós-doutorado em Ligth Steel Frame. Foram 35 anos de estudos até chegar ao Steel Frame, agora como professor da Faculdade de Engenharia Civil da Unicamp.
 
A história continua: a partir de 1980, nos EUA, os perfis de aço leve ganham espaços, competitividade e começam a substituir a madeira. No final dos anos 1990 começa a introdução no LSF no Brasil, com alguns produtos ainda importados e só a partir de 2000 todos os materiais e componentes estavam disponíveis para a aplicação do sistema no País. " ... Só que nós colocamos a carroça na frente dos bois, porque nem tudo estava preparado e o mercado recuou. Diversas patologias aconteceram no sistema, por despreparo da mão de obra ou falta de formação dos profissionais. Mas a partir deste evento W Congresso Latino-Americano) podemos começar uma nova história. Isso nos deixa muito motivados e representa uma demanda reprimida pelo Steel Frame. Basta estimular esse sistema, que vemos o resultado aparecer.
 
Marmorato diz que é hora de fazer diferente, fazendo uma reflexão sobre o conservadorismo da nossa construção civil. Para ele, fazemos muito em alvenaria, nós gostamos de alvenaria, nós gostamos de argamassa - e, porque gostamos tanto? Porque nos ensinaram a fazer assim e a universidade está aí pra tentar quebrar esse paradigma e deixar de usar esse processo tão artesanal, que consome tanto material e não tem nada a ver com sustentabilidade. Outro aspecto importante: "o cimento que vira argamassa e concreto não é reciclável. Cimento é produzido com calcário e embora tenhamos jazidas para 600 anos, vão acabar. E se eu não quiser mais utilizar a alvenaria, vou precisar demolir, gerar resíduos e depseperdiçar. Um aterro de resíduo de construção e demolição são as nossas pirâmides modernas, então precisamos melhorar o nível de industrialização da nossa construção, rever nossos processos e deixar de fazer de forma artesanal. Assim como a indústria automobilística, por exemplo".
 
Como professor universitário, Marmorato diz que não pode deixar de apontar a relevância das normas de desempenho do LSF: " ... custou pra sair, já é uma realidade, mas uma coisa é analisar o material em laboratório, outra coisa é fazer construção seriada, seja tecnologia convencional, seja alternativa, como o Steel Frame. Reproduzir de forma seriada não garante que a obra vai ter desempenho ao longo do prazo. Então, dentro da universidade estamos tentando romper esse paradigma". 
 
Coordenador associado do curso de Engenharia Civil da Unicamp, Marmorato diz que está introduzindo o Steel Frame devagar no currículo: " ... nós fazemos oficinas com os alunos, eles montam painéis e verticalizam pro-tótipos. Também temos uma disciplina, não obrigatória, que se chama Introdução ao Projeto de Estruturas em Steel Frarne para motivar os alunos a conhecer os sistemas construtivos alternativos, permitindo que eles tenham interface com novas tecnologias. Apresentamos o LSF com os conceitos de industrialização, racionalização modulação, desmonte e minimização de resíduos".
 
Para o professor é urgente entrar na geração da construção a seco, em que é possível desmontar e fazer de novo em outro lugar. Mas há outro desafio, o desafio da modulação: "não adianta fazer um sanitário de steel frame de 1,6 metros com placas de porcelanato de um metro. Neste caso é preciso cortar a cortar placa e vamos continuar jogando dinheiro fora. Todos os materiais têm que ter o conceito da modulação, projetos a seco de baixo impacto ambiental, facilidade de montagem, manuseio e rapidez. Então pesquisamos desde as placas cimentícias na universidade, analisamos as patologias pós-uso. Isso é pesquisa, é conhecimento gerado. Vamos resolver e não andar para trás.
 
O legado do Congresso Latino-Americano?
Pode ser a viabilização de um espaço para os universitários para discussões e estudos. E o espaço sugerido pela arquiteta Heloisa Pomaro, é ótimo, com a formação de uma associação, de um grupo, um núcleo na universidade ... A Unicamp se predispõe a usar um desses espaços, de um núcleo de pesquisadores. Já temos pessoas trabalhando e só falta uni-Ias".
 
E finalmente, uma informação animadora que vem do campo acadêmico.
O professor Marmorato conta orgulhoso: "Enviamos alunos aos Estados Unidos para representar a Unicamp num congresso, num desafio de perfis de Ligth Steel Frame, com 42 participantes de oito universidades, sendo a Unicamp a única universidade brasileira.
Isso é de fato animador no campo das pesquisas, intercâmbio e soluções", comemora o doutor Marmorato.

 

SISTEMA DRYWALL ATENDE À NORMA DE DESEMPENHO

18/08/2015 | Notícia | Associação Brasileira de Drywall | www.drywall.org.br

 
A tecnologia construtiva drywall cumpre todos os requisitos de acústica, resistência mecânica e comportamento ao fogo expressos na Norma de Desempenho de Edificações (ABNT NBR 15575).
 
A tecnologia construtiva drywall cumpre todos os requisitos de acústica, resistência mecânica e comportamento ao fogo expressos na Norma de Desempenho de Edificações (ABNT NBR 15575). Essa norma traz um avanço: determina os índices de desempenho mínimo, intermediário e superior dos sistemas construtivos e seus componentes ao longo de sua vida útil, enquanto as normas anteriores apenas prescreviam as características de cada material. Esse novo conceito coloca o drywall em vantagem, “devido à sua modernidade”, afirma o Eng. Luiz Antonio Martins Filho, gerente executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall.

Martins explica que o drywall foi criado há mais de um século nos Estados Unidos e passou a ser utilizado regularmente há mais de 80 anos na Europa: “Com isso, estava plenamente desenvolvido em termos tecnológicos ao chegar ao Brasil, ainda na década de 1970, e principalmente a partir de meados dos anos 1990, quando teve seu uso intensificado no país. Apenas foi necessário adaptá-lo à nossa realidade por meio da elaboração de normas técnicas e ensaios locais, processo já concluído com êxito”. E completa: “No Brasil, o drywall é o único sistema construtivo para vedações internas (paredes, forros e revestimentos) totalmente embasado em normas técnicas, o que o diferencia das demais tecnologias empregadas com a mesma finalidade”.

Conformidade 
O comportamento do sistema drywall em relação aos diferentes quesitos da Norma de Desempenho é explicado pelo consultor técnico da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall, Carlos Roberto de Luca, que esclarece: “Para que os desempenhos especificados sejam alcançados, deve ser obedecida a Norma de Projeto e Montagem desse sistema (ABNT NBR 15758), que oferece todas as orientações para a correta aplicação da tecnologia drywall em várias situações”. Alguns exemplos são apresentados a seguir. 

Segurança estrutural – De acordo com ensaios realizados pelo IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, todas as paredes drywall especificadas na NBR 15758 (desde a mais simples, mostrada na figura 1, com 73 mm de espessura, composta por estrutura com perfis de 48 mm de largura e uma chapa para drywall com 12,5 mm de cada lado) atendem a Norma de Desempenho no que diz respeito a: estabilidade e resistência estrutural; deslocamento e fissuração; solicitação de cargas provenientes de peças suspensas; impacto de corpo mole; impacto de corpo duro; e ações transmitidas por impactos nas portas. 

Figura 1. 
 
Acústica – A Norma de Desempenho estabelece níveis de redução sonora mínimo, intermediário e superior para paredes que separam unidades autônomas (dois apartamentos, por exemplo) e paredes que separam unidades das áreas comuns (entre sala ou quarto de apartamento e área externa). Uma parede drywall com 120 mm de espessura, composta por estrutura com perfis de aço galvanizado de 70 mm de largura com duas chapas de cada lado e lã mineral no interior (figura 2) isola de 50 a 52 decibéis e, assim, atende aos níveis mínimo e intermediário em praticamente todos os casos. Já uma parede como a mostrada na figura 3, com 200 mm de espessura, com dupla estrutura separada, duas chapas de cada lado e lã mineral no interior, atende com folga ao nível superior em qualquer situação, pois isola de 64 a 66 decibéis. Exigências ainda maiores podem ser atendidas com paredes drywall, como ocorre com a separação entre salas de cinema múltiplas instaladas desde o final da década passada em shopping centers de todo o país, praticamente todas elas executadas em drywall. 

Figura 2. 
 
Figura 3. 

Comportamento ao fogo – O Corpo de Bombeiros estabelece níveis de resistência ao fogo em 30, 60, 90 ou 120 minutos, dependendo do tipo de edifício e da utilização de cada espaço interno. Uma parede com 73 mm de espessura, como a mostrada na figura 1, se enquadra na categoria CF 30 (ou seja, corta-fogo 30 minutos). Já uma parede como a mostrada na figura 2 está na categoria CF 60 (corta-fogo 60 minutos). Essas duas paredes atendem a praticamente a totalidade das paredes residenciais. Paredes com resistência a 120 minutos, como a mostrada na figura 4, são montadas com estrutura de 70 mm e duas chapas resistentes ao fogo (com 15 mm de espessura) de cada lado. 

Figura 4. 

Autor: Eng. Luiz Antônio Martins Filho

 

 

USG. PRESENTE NA ARQUITETURA BRASILEIRA

06/08/2015 | Notícia

 
USG, presente nas obras mais importantes do mundo e agora no Brasil.
A USG acredita no potencial do Brasil e no crescimento da construção civil, investindo na estrutura técnica e comercial, além de um grande estoque de materiais e produtos para atender o mercado, como Durock, placas cimentícias para fachadas e áreas molhadas internas; Securock, placa de gesso com fibra de vidro para sistema de fachadas EIFS; Sheetrock, placas de gesso para uso em Drywall; além de sistemas exclusivos para fechamento de shafts de elevadores, kits para montagem de box de banheiros, forros removíveis, soluções para pisos, coberturas e outros produtos únicos e inovadores.

 

 

 

 

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INSTALAÇÃO DE LIGHT STEEL FRAME

27/05/2015 | Notícia | Revista Construção Mercado - Edição 166 - Maio/2015

 
Produtividade na execução do sistema está ligada à boa relação entre projeto, planejamento e qualificação de mão de obra.
O light steel frame é um sistema construtivo industrializado, constituído basicamente de quadros estruturais de perfis de aço conformados a frio e fechado com chapas delgadas. O emprego desse tipo de solução, de acordo com o engenheiro Danilo Benício Andrade, gerente de Engenharia da Inova BH, depende essencialmente do tipo de obra, da utilização da edificação e do número de pavimentos: "Quanto mais repetitivo é o projeto, seja em quantidade de pavimentos-tipo ou de edificações, mais produtivo se torna o light steel frame". Conforme informações do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA), a velocidade da obra e sua localização, a mão de obra à disposição, disponibilidade de canteiro, finalidade e vida útil do empreendimento também influenciam na decisão de emprego do sistema.

Leia a matéria completa no link abaixo:
http://www.cbca-acobrasil.org.br/site/noticias-det...
 

 

 

 

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USG PARTICIPARÁ DO 1º CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE STEEL FRAME


A USG, maior fabricante do mundo de produtos para a construção seca, apoia e vai participar do 1º Congresso Latino-Americano de Steel Frame, que será realizado nos dias 28 e 29 de maio, no Hotel Renaissance, em São Paulo.

O responsável pelas áreas comercial e marketing da USG, Fábio Din fará uma palestra, dia 29, às 8 horas. O representante da USG vai mostrar o panorama deste sistema construtivo no Brasil e no mundo. Além dele, grandes empresas do mundo apoiam o Congresso. Entre elas, Votorantim Metais, Framecad, Isosoft, Barbieri, LP, Eternit, entre outras.

Mais informações acesse: 
www.congressosteelframe.com.br | Facebook/congressosteelframe


 
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